http://arquivosemgerais.wordpress.com/files/2009/04/representacao-denunciacao-caluniosa-patricia1.pdf
Durante o primeiro ano após minha separação, assisti minha ex-esposa me atacar de todas as formas, sem nunca tomar nenhuma atitude.
Todavia, num determinado momento, depois de noites e noites sem dormir, com a sensação de estar sendo obrigado a atacar alguém que sempre vou amar e respeitar muito, acabei decidindo representá-la tão somente por crimes de ação penal privada.
Onde, minha iniciativa era de caráter inibitório de novos "ataques" e não punitiva.
Jamais, passou pela minha cabeça, "condenar" alguém que nunca imaginei em me separar. QUE NUNCA BRIGUEI E SEMPRE TRATEI COMO UMA RAINHA.
Patrícia (e quem conhecia a PB sabe do que estou falando) - ao meu lado - era uma mulher forte, de cultura e personalidade ímpares e que parecia ter sido projetada para ser minha esposa.
Sempre a vi como a mãe dos meus filhos, como a "Patinha" que me defendia e cuidava de mim. Minha "principessa pit bull", famosa por parecer um general russo e, dizem até, por mandar em mim.
Uma menina (hoje mulher) diferente das outras, assim como eu.
Uma companhia intelectual insubstituível, com pensamentos e idéias que tiram o sono.
Mas, a nada aceitável postura de seu pai em usá-la de "escudo" para assinar os mais pesados ataques contra mim, tinha que ser interrompida com "inofensivas" Queixas Crimes Privadas (algo como uma homeopatia).
Acho repugnante um pai que "destruiu" o casamento da filha por motivos pessoais, ainda a usar de escudo contra alguém que tem medo de discutir, que toda vez que resolveu desafiar nas palavras, saia "humilhado" e dizendo "por mais que pareça que você me convenceu, na verdade é só aparência." Como a Pat ria dele...
Aliás, não é por acaso que seu apelido é "nano" (nanomacho, nanopai, nanoempresário, simplesmente nano).
Todavia, me vi novamente diante da decisão mais difícil da minha vida.
Todos que me conhecem, sabem do carinho que tenho e sempre terei por minha esposa, aquela que sempre foi MUITO FELIZ ao meu lado, mas que foi "persuadida" (numa situação covarde, onde comíamos macarrão num apartamento de vinte metros quadrados, sem carro, anotando cada euro gasto num caderninho, enquanto ele segurava valores que nos devia e espalhava - com um cinismo único - para todos seus amigos que tínhamos fugido com cinco milhões de dólares) a tomar uma decisão que se ainda não se arrepende (particularmente, duvido que não tire seu sono constantemente essa dúvida), irá se arrepender profundamente por toda a sua vida (vida ela teve comigo, agora é pura sobrevivência. Ou ela engordou 20 kg de felicidade?).
Preciso, sob pena de incentivar novos ataques do mesmo tipo (e dormir quinze dias num presídio não é fácil), tomar as atitudes legais contra as pessoas que estão por detrás da minha inaceitável prisão.
Mas, para isso, infelizmente, tenho que "atacar" - e agora em sede de ação penal pública incondicionada - a pessoa que ainda acredito que será uma grande amiga assim que tudo acabar.
Não tenho outra saída após ficar 15 dias preso por uma armação e saber que agora ajuizaram uma temerária ação pela lei Maria da Penha, onde me acusam - pasmem - de ser uma pessoa fisicamente agressiva.
Tudo, é óbvio, com base em um sem-número de Inquéritos Policias fundados em rosas BRANCAS que enviei para a Suzana pedindo para que todos reflitam aonde tudo isso irá parar e num "leãozinho alado" que enviei com os dizeres "Te amo - falta pouco" - que para mim, significava um recado que ainda mantinha meus planos de voltar meu casamento após o término dos litígios e para ela - de forma pueril - "falta pouco para matar todos".
Isso é tão absurdo, tão doentiu, tão "armado", que - diante das centenas de declarações que juntei mostrando que sempre fui e sou uma pessoa calma e intelectual - virará um sem-número de ações por denunciação caluniosa com pena de dois a OITO anos de cadeia por cada BO.
Será que isso é necessário?
Quem é o "moleque" aqui? Eu, ou aquele que incentiva a filha a fazer dezenas de BOs com base em mentiras.
Será que o Adalberto, após entregar uma jovem brilhante e ótima aluna às drogas, vai querer arruinar a ficha criminal da própria filha em função de absurdos inquéritos policiais que transformam rosas brancas em ameaças de "chacina"?
O que o Adalberto pretende ao dizer que "coloquei uma bomba na casa dele de Laranjeiras" enquanto estava feliz e contente - como muitos viram - passando Reveillon em Trancoso ou - beirando a loucura - dizer que eu estaria escondido na casa do meu irmão (aquele que após meu casamento "perdi o contato") armado "com uma pistola" para matar toda a família BUENO NETTO?
Todos que me conhecem, sabem que eu jamais levantei a mão para ninguém na vida e que sou muito estudado e preparado para me nivelar com "macacos" em brigas físicas.
Eu não preciso de revólver e nem de ameaças, faço muito mais estrago com uma petição. ALIÁS, ALGUÉM JÁ ME VIU MANDANDO RECADO OU AMEAÇANDO?
Alías, qualquer pessoa que me conheça, sabe que, no fundo, o que o Adalberto quer é dificultar que eu consiga conversar com a Patrícia e virá-la de lado.
Adalberto, não se preocupa ainda com isso. Que eu vou mudá-la de lado, é óbvio. Mas ainda não é a hora.
Amigas da Patrícia - que sempre conheceram minha postura de marido e companheiro - peçam a ela que pare de abrir inquéritos policiais e ações penais com base em mentiras e fatos retorcidos, pois não quero ser obrigado a assinar mais denuncias penais de crimes de ação penal pública contra essa pessoa que tanto me fez feliz, que confesso que sinto falta todos os dias.
Repito, como desde o início afirmo, a MAIOR vítima de tudo isso é ela e procurarei, dentro do que for possível, arrumar a sua vida assim que terminar tudo isso. PROMETO E FAREI. SEI QUE ELA FAZ TUDO ISSO INFLUENCIADA POR AQUELAS PESSOAS QUE DIZEM QUE A AMAM, MAS TENHO MINHAS DÚVIDAS SE AMOR É TER A VIDA INTEIRA IGNORADO QUEM REALMENTE É A PATRÍCIA E O QUE REALMENTE A FAZ FELIZ. Patrick e Marisa, conversem com a Patrícia. Deixem ela de fora da minha briga com o Adalberto. Principessa, por mais que eu não consiga mais me ver como seu marido, tenho a obrigação de arrumar sua vida assim que tudo acabar e o farei. JURO e você me conhece bem para saber que nunca menti para você.
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